http://www.kidrex.org/
O motor de busca seguro para crianças: Kid Rex.
terça-feira, 17 de maio de 2016
Social Media In The Classroom: How To Make Them Work
Social Media In The Classroom: How To Make Them Work: Want to know how to use Social Media In The Classroom? Check how to use Social Media In The Classroom and how to make them work!
Social Learning Vs Informal Learning: Can You Tell The Difference?
Social Learning Vs Informal Learning: Can You Tell The Difference?: Interested in learning the differences of Social Learning vs Informal Learning? Check this article to find out 3 plus 3 tips for each.
Ministros aprovam constituição do Conselho para as TIC
O objectivo do Governo será garantir o desenvolvimento de uma estratégia abrangente para as TIC na Administração Pública e coloca ênfase na racionalização de custos
bandeira_de portugalO Conselho de Ministrsos realizado esta quinta-feira aprovou a constituição do Conselho para as Tecnologias de Informação e Comunicação (CTIC).
Um dos objectivos gerais do Governo será “assegurar o desenvolvimento de uma estratégia global de planeamento e otimização das TIC na Administração Pública”, diz o comunicado oficial.
O mesmo coloca enfoque na racionalização de custos, quando refere que o CTIC deverá contribuir para uma “maior eficiência operacional e eficácia governativa na área das TIC”.
http://www.computerworld.com.pt/2016/05/12/ministros-aprovam-constituicao-do-conselho-para-as-tic/?
bandeira_de portugalO Conselho de Ministrsos realizado esta quinta-feira aprovou a constituição do Conselho para as Tecnologias de Informação e Comunicação (CTIC).
Um dos objectivos gerais do Governo será “assegurar o desenvolvimento de uma estratégia global de planeamento e otimização das TIC na Administração Pública”, diz o comunicado oficial.
O mesmo coloca enfoque na racionalização de custos, quando refere que o CTIC deverá contribuir para uma “maior eficiência operacional e eficácia governativa na área das TIC”.
http://www.computerworld.com.pt/2016/05/12/ministros-aprovam-constituicao-do-conselho-para-as-tic/?
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Inauguração da 1ª Sala de Aula do Futuro da Região Dão Lafões
http://erte.dge.mec.pt/noticias/inauguracao-da-1a-sala-de-aula-do-futuro-da-regiao-dao-lafoes
Teve lugar no dia 10 de maio de 2016, pelas 11h00, na escola sede do Centro de Formação EduFor, Escola Secundária Felismina Alcântara, do Agrupamento de Escolas de Mangualde a inauguração do EduFor Innov@tive Classroom Lab.
Este evento contou com a presença de uma representante da European Schoolnet de Bruxelas, que fará uma breve comunicação sobre o fenómeno Future Classroom Lab em contexto europeu. A cerimónia contou ainda com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, município que tem apoiado este projeto, do Diretor do Agrupamento de Escolas de Mangualde, bem como dos Diretores das restantes escolas associadas e do Diretor do Centro de Formação EduFor, entidade mentora e coordenadora do projeto.
O EduFor Innov@tive Classroom Lab é inspirado no “Future Classroom Lab” existente em Bruxelas, desenhado pela European Schoolnet e será usado para a formação de professores e por alunos em contexto de sala de aula. Trata-se de um Ambiente Educativo Inovador que desafiará os utilizadores e os visitantes a repensar o papel da pedagogia, do design e da tecnologia nas suas salas de aula envolvendo alunos, professores, parceiros da indústria e outros intervenientes educativos no sentido de desenvolver visões sobre a Escola do Futuro e estratégias para as concretizar.
Teve lugar no dia 10 de maio de 2016, pelas 11h00, na escola sede do Centro de Formação EduFor, Escola Secundária Felismina Alcântara, do Agrupamento de Escolas de Mangualde a inauguração do EduFor Innov@tive Classroom Lab.
Este evento contou com a presença de uma representante da European Schoolnet de Bruxelas, que fará uma breve comunicação sobre o fenómeno Future Classroom Lab em contexto europeu. A cerimónia contou ainda com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, município que tem apoiado este projeto, do Diretor do Agrupamento de Escolas de Mangualde, bem como dos Diretores das restantes escolas associadas e do Diretor do Centro de Formação EduFor, entidade mentora e coordenadora do projeto.
O EduFor Innov@tive Classroom Lab é inspirado no “Future Classroom Lab” existente em Bruxelas, desenhado pela European Schoolnet e será usado para a formação de professores e por alunos em contexto de sala de aula. Trata-se de um Ambiente Educativo Inovador que desafiará os utilizadores e os visitantes a repensar o papel da pedagogia, do design e da tecnologia nas suas salas de aula envolvendo alunos, professores, parceiros da indústria e outros intervenientes educativos no sentido de desenvolver visões sobre a Escola do Futuro e estratégias para as concretizar.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
A escola invertida: aulas em casa, TPC na escola
Artigo da revista VISÃO de 9 de maio de 2016
http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2016-05-09-A-escola-invertida-aulas-em-casa-TPC-na-escola
'Aulas invertidas', movimento que começou nos Estados Unidos, propõe usar o tempo na escola para tirar dúvidas e fazer trabalho de grupo e o tempo em casa para aprender a teoria. Os defensores, alegam que é a solução para a crise no ensino
A Internet modificou a forma como fazemos quase tudo. Mas o ensino parece quase invisível a esta revolução. Os manuais pouco mudaram, os programas também. E a forma de ensinar - com o professor a debitar matéria e os alunos a tomar notas - também pouco reflete a revolução tecnológica. As consequências são inevitáveis e têm-se traduzido num afastamento dos alunos, no desinteresse generalizado.
Aqui e ali têm surgido propostas inovadoras que integram as novas tecnologias no programa e no método de ensino. Uma das correntes propõe a inversão total dos papéis, a chamada 'aula invertida' ou 'flipped classroom', de acordo com o nome que lhe deu o seu inventor, o professor de Harvard, Eric Mazur.
Há mais de vinte anos, o professor de Física começou a notar o desinteresse e absentismo crescente dos seus alunos. Então iniciou o que classifica como "um caminho sem retorno". Passou a preparar vídeos sobre a matéria, que disponibilizava aos alunos como trabalho de casa. O tempo das aulas passou a estar consagrado à orientação de trabalhos de grupo e ao esclarecimento de dúvidas. Ou seja, para casa fica a componente mais mecânica da aprendizagem, para a escola a mais ativa.
O método tem vindo a ser seguido em várias escolas de todo o mundo, em diferentes anos letivos. Por exemplo, na escola pública de Madrid, Alcalde de Móstoles, os alunos do quinto ano seguem o método, que exige "muita dedicação e compromisso" por parte dos estudantes, afirma-se numa reportagem publicada no jornal El Mundo. Em casa, os alunos vêem vídeos da matéria. E para a sala de aula levam as dúvidas. As principais linhas orientadoras do método passam por: fornecer os conteúdos com antecedência, de forma a que os alunos se possam preparar antes de ir para a sala de aula; motivar os alunos a serem os protagonistas da sua própria aprendizagem; mobilizar aulas participativas, com discussões e aplicações práticas.
Nas vantagens, os defensores alegam uma adequação ao ritmo individual, já que as aulas em vídeo permitem andar parar e andar para trás. Promovem a comunicação online com colegas e professores, aumentando a motivação.
Os que se opõem apontam para uma grande dependência da tecnologia e um reforçar do tempo de ecrã.
Outro exemplo desta forma de aprendizagem digital é a Khan Academy, fundada por Salman Khan que começou por fazer vídeos para ensinar, à distância, uma sobrinha. Os vídeos tornaram-se famosos e passaram a estar traduzidos em várias línguas. O início de uma revolução, também no ensino?
http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2016-05-09-A-escola-invertida-aulas-em-casa-TPC-na-escola
'Aulas invertidas', movimento que começou nos Estados Unidos, propõe usar o tempo na escola para tirar dúvidas e fazer trabalho de grupo e o tempo em casa para aprender a teoria. Os defensores, alegam que é a solução para a crise no ensino
A Internet modificou a forma como fazemos quase tudo. Mas o ensino parece quase invisível a esta revolução. Os manuais pouco mudaram, os programas também. E a forma de ensinar - com o professor a debitar matéria e os alunos a tomar notas - também pouco reflete a revolução tecnológica. As consequências são inevitáveis e têm-se traduzido num afastamento dos alunos, no desinteresse generalizado.
Aqui e ali têm surgido propostas inovadoras que integram as novas tecnologias no programa e no método de ensino. Uma das correntes propõe a inversão total dos papéis, a chamada 'aula invertida' ou 'flipped classroom', de acordo com o nome que lhe deu o seu inventor, o professor de Harvard, Eric Mazur.
Há mais de vinte anos, o professor de Física começou a notar o desinteresse e absentismo crescente dos seus alunos. Então iniciou o que classifica como "um caminho sem retorno". Passou a preparar vídeos sobre a matéria, que disponibilizava aos alunos como trabalho de casa. O tempo das aulas passou a estar consagrado à orientação de trabalhos de grupo e ao esclarecimento de dúvidas. Ou seja, para casa fica a componente mais mecânica da aprendizagem, para a escola a mais ativa.
O método tem vindo a ser seguido em várias escolas de todo o mundo, em diferentes anos letivos. Por exemplo, na escola pública de Madrid, Alcalde de Móstoles, os alunos do quinto ano seguem o método, que exige "muita dedicação e compromisso" por parte dos estudantes, afirma-se numa reportagem publicada no jornal El Mundo. Em casa, os alunos vêem vídeos da matéria. E para a sala de aula levam as dúvidas. As principais linhas orientadoras do método passam por: fornecer os conteúdos com antecedência, de forma a que os alunos se possam preparar antes de ir para a sala de aula; motivar os alunos a serem os protagonistas da sua própria aprendizagem; mobilizar aulas participativas, com discussões e aplicações práticas.
Nas vantagens, os defensores alegam uma adequação ao ritmo individual, já que as aulas em vídeo permitem andar parar e andar para trás. Promovem a comunicação online com colegas e professores, aumentando a motivação.
Os que se opõem apontam para uma grande dependência da tecnologia e um reforçar do tempo de ecrã.
Outro exemplo desta forma de aprendizagem digital é a Khan Academy, fundada por Salman Khan que começou por fazer vídeos para ensinar, à distância, uma sobrinha. Os vídeos tornaram-se famosos e passaram a estar traduzidos em várias línguas. O início de uma revolução, também no ensino?
IV Jornada Conteúdos Digitais para Educação 2016
IV Jornada Conteúdos Digitais para Educação 2016, instituto de Educação da Universidade do Minho.
Decorreu hoje mais um evento em os professores, investigadores e outros profissionais de educação puderam ver, ouvir, sentir e experimentar novas práticas, aplicações, contextos e experiências para e sobre educação.
Tivemos 20 workshops diversos, como Socrative na Sala de aula, Lições TED-Ed: criar e partilhar lições verdadeiramente inspiradoras, JuxtaLearn: O CLIPIT na aprendizagem de conceitos complexos de Matemática, Sala de aula do futuro, entre tantos outros.
Pudemos também assistir à Conferência Plenária “InMERSE – Realidade Virtual e Interação Gestual”, com o professor Leonel Morgado (Universidade Aberta, Portugal), que nos demnstrou práticas educativas com as novas tecnologias 3D.
Decorreu hoje mais um evento em os professores, investigadores e outros profissionais de educação puderam ver, ouvir, sentir e experimentar novas práticas, aplicações, contextos e experiências para e sobre educação.
Tivemos 20 workshops diversos, como Socrative na Sala de aula, Lições TED-Ed: criar e partilhar lições verdadeiramente inspiradoras, JuxtaLearn: O CLIPIT na aprendizagem de conceitos complexos de Matemática, Sala de aula do futuro, entre tantos outros.
Pudemos também assistir à Conferência Plenária “InMERSE – Realidade Virtual e Interação Gestual”, com o professor Leonel Morgado (Universidade Aberta, Portugal), que nos demnstrou práticas educativas com as novas tecnologias 3D.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




